Pedro Serey (VTEX)
Conversa com o Pedro Serey, engenheiro de software de Developer Experience na VTEX, sobre o workflow pessoal que ele usa com agentes de código, usando o OpenCode como ferramenta. A apresentação do Pedro está disponível no youtube. Aqui eu vou escrever um pouco sobre o que discutimos.
Minha principal observação: mais uma vez ficou claro que, por trás de workflows diferentes, estão os mesmos princípios fundamentais. O workflow de Pedro não é igual ao do Matt Pocock, que não é igual ao do Jonhnny Weslley e assim por diante. Cada um organiza etapas, ferramentas e nomes do seu jeito. Mas todos giram em torno do mesmo núcleo: entender, alinhar, especificar, implementar e validar. A forma muda, o princípio não muda.
A outra observação é sobre onde está o trabalho de quem desenvolve hoje. O modelo por trás do agente já sabe muito, mas é genérico. O que diferencia um bom uso de um uso mediano é a personalização: usar skills, MCPs e engenharia de contexto para que o agente produza o que aquele time e aquele projeto esperam. As preferências da equipe, os artefatos esperados, o jeito de programar daquele projeto, nada disso vem pronto no modelo, é contexto que a gente constrói.
Alguns pontos
- O uso combinado do /grill-me com o /plannotator é excelente para a fase de entendimento.
- Muitas das tasks de Pedro envolvem vários repositórios ao mesmo tempo. A solução dele foi criar um diretório
workspacereunindo todos os repositórios separadamente, com umAGENTS.mdexplicando a organização, e um diretóriotasks-artifactsonde, para cada task, ele mantém oPLAN.md, oTODO.mde um diretórioevidencias.
Referências de Pedro
- Repositório com as skills e o AGENTS.md usados na demo
- Plannotator
- Herdr — multiplexador de terminal para agentes
- Tweet de Robert C. Martin